Minha Casa Minha Vida: Mudanças no Programa impulsionam novos empreendimentos

Minha casa minha vida

Entre as novas regras apresentadas pelo governo em 2023, o programa Minha Casa Minha Vida ganhou um subsídio maior (que é parte que o governo paga), juros mais baixos e aumento no valor máximo do imóvel que pode ser comprado. As regras variam de acordo com a renda, localização e capacidade de pagamento das famílias. Podem participar do MCMV famílias com renda mensal máxima até R$ 8 mil. 

Compradores e construtores estão atentos e entusiasmados com as novas oportunidades, pois o Governo Federal pretende contratar 2 milhões de unidades habitacionais pelo MCMV até 2026. 

FAIXAS MINHA CASA MINHA VIDA (renda familiar mensal bruta) 

Faixa 1 – até R$ 2.640,00

 Faixa 2 – até R$ 4.400,01

Faixa 3 – até R$ 8.000,00

SUBSÍDIO E VALOR MÁXIMO DO IMÓVEL

R$ 55 mil (para Faixas 1 e 2), com valor máximo dos imóveis de R$ 264 mil e taxa de juros até 4,25% ao ano 

Faixa 3 (não há subsídio do governo), o valor máximo dos imóveis é de R$ 350 mil e taxa de juros entre 7,66% e 8,16% ao ano

MCMV não é só para 1º imóvel. Mas, se já tiver, precisa estar quitado.

O que é Minha Casa Minha Vida? 

Criado em 2009 como Minha Casa, Minha Vida (MCMV), o programa foi substituído pelo Casa Verde Amarela em 2020 e voltou como MCMV em 2023, com novas regras. Objetivo: promover o direito à moradia às famílias mais carentes, além de incentivar o desenvolvimento urbano e econômico, com geração de trabalho e de renda. Já entregou cerca de 7 milhões de unidades habitacionais no Brasil.

MBigucci já entregou mais de 1.200 unidades MCMV

Em 2024, 50% dos lançamentos previstos (427 unidades) são condomínios clubes para o Minha Casa Minha Vida.

Um dos grandes investimentos do Grupo MBigucci para 2024 é no segmento econômico com sua linha EASY MBigucci. São imóveis entre R$ 220 mil a R$ 350 mil, enquadrados no programa habitacional Minha Casa, Minha Vida

“O segmento econômico representa 50% (427 unidades) do total dos lançamentos previstos para este ano, com empreendimentos em São Paulo (bairro Jaçanã), em Guarulhos/SP e em São Vicente, Litoral Sul do Estado”, ressaltou o diretor de Vendas, Robson Toneto. “São condomínios que na sua maioria possuem piscina, quadra, fitness, churrasqueira, playground, salão de festas, espaço pet entre outras áreas de lazer, mas com um valor acessível, pelo MCMV”, explicou o diretor. 

No total, a construtora planeja sete lançamentos ainda para este ano (859 novos apartamentos), englobando também o ABC Paulista (São Bernardo e São Caetano) e na cidade de São Paulo. Além dos lançamentos, a MBigucci tem 1.096 unidades (11 empreendimentos) em construção, que devem ser entregues entre 2024 e 2025.

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